quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sem ritmo, Sem melodia


Sou o riso que apagado estava
Sou a brisa que queima a pele de um coração amado
Sou seu braço, envolvendo como um laço,
O corpo antes só e agora acompanhado;

Sou sentimento
Sou emoção
Sou meu peito, sou o nosso coração

Você é  o meu teu eu
O amor que chamo de meu
O motivo da minha alegria
A causa dos meus risos
A flauta que toca sem melodia


Juntos em um chão plano
Sem choro e nem dano
Seguimos juntos rindo um com o outro

Amando sem medo
Rindo sem motivo
Abrindo as asas
E seguindo um só caminho!

Autor: Cristian Schröder

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Samba Que Roda Em Dois


Duas pessoas
Dois corações
Duas mãos
Um único Sentimento:
Amor.

Dono de mim que me ama como menino bacana, sapeca e sem medo do amanhã.
Dono de ti, respondo o seu beijo, com um suave veneno sabor de alecrim.
Dono de nós, que matem o riso, em um grande piso, chamado amor.
Dono de tudo me mantenha ao seu lado, em ti sempre guardado onde quer que for!

Garoto que volta sem ir, me tirando o vazio do coração
Me ama sem jeito, bonito e meigo, sem tempo pra escuridão
Claro igual dia, meu amor cê sabia que meu coração é só seu?
Se não sabes, me perdoe é que mesmo de longe, sinto sua boca sabor mel!  

Ehh amor que invade o peito
Invadiu a alma e não tem mais jeito
Eu pertenço a você

Ehh paixão dilacerada
Que me tirou de uma nevada levada
De um inverno sem fim 

Autor : Cristian Schröder

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Flor Que Beija




Porque o seu sorriso foi o sol que desabrochou meu peito em rosa, fazendo exalar o amor que em mim estava guardado, transbordando e perfumando nossa vida que se tornou dois em um comum!  Porque é leve, bom, colorido e prazeroso amar-te beija-flor meu. Minha flor que beija a dor,  ameniza o passado e reaviva a beleza de sermos nós em paixão sem igual !

Colorida alma que brilha em meu riso, ao perto de ti estar ou simplesmente por de nós lembrar . Minha vida que se tornou sua, desde o momento que sua mão suada se encontrou com minha pele, desde então entoa um canto lírico de narração contínua em um presente atemporal, deixando-nos viver para escrever essa estória que não terá seu fim .

Autor : Cristian Schöder