sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Os Sete
As paredes fecharam-se lentamente
Fui ficando sem ar,
Tudo por conta dessa cicatriz
Que recente você deixou,
Estrelas da noite.
Horas na janela, fitando o vôo
Seguro e preciso do velho Bartolomeu.
O canto, anuncia a liberdade.
O rugir das grades, traz de volta o carinho da solidão.
Aprecio o som dos olhos se perdendo na areia,
O sorriso de um sonho amante de primavera!
Sete corpos hospedeiros nas águas puras,
Tendo como inquilino os desprazeres e desejos
Deixados ao fim da festa.
Sete capas,
Setes casulos,
Sete grandes mentiras!
Um grito abafado se perde nas ondas
E o segredo queimado, se enterra nos céus
Autor: Beatriz M.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Amigos deles, amigos daqueles ... Meus amigos .
Muitas vezes precisamos um do outro para chorar ou até mesmo de um colo para deitar e escutar conselhos nos momentos mais difíceis.
Mais engraçado ainda, é saber que quando mais entendo vocês, mais estou perto de me entender.
Graças a vocês, soube fazer da sombrar fria, um lugar apenas para descanso temporário e fazer dela um fruto proveitoso para os momentos que estavam por vir.
Para vocês que acreditaram em mim quando eu não mais acreditava em mim mesmo.
Para vocês que com os sorrisos e alegrias diárias removeram a sombra do meu rosto.Para vocês que já trocaram suas alegrias, sem pedir nada em troca, pelos meus peasares.
Para vocês cujo o amor e cujo riso me deram asas e um céu azul para poder voar.
Para vocês que minha gratidão sempre será minúscula para todo o sempre desta e na próxima vida !
Isto é para vocês duas !
Minha Franzoca e minha Virvis !
Amo vocês para todo o sempre !
Autor : Cristian Schroder
domingo, 2 de janeiro de 2011
A balança da insegurança
De cada palavra dita eu faço uma frase filosófica, trazendo consigo um ensinamento proveitoso a todos.De cada ação dirigida a mim, faço a analise daquilo que pode me fazer bem ou mau.
Cada vento que passa pelo meu corpo, me remete ao passado não muito distante de um amor não correspondido.
Desse amor não correspondido, faço memória que me arrependo de ter deixado vivas dentro de mim.
Das memórias, me sinto fraco, frágil e com raiva, de tudo aquilo que vivi um dia e hoje estou a disposição de um acaso.
Dessas memórias, tiro minha ira e vontade de acabar com tudo aquilo que vivi de uma forma simples e rápida.Como se fosse fácil, por impulso tomo a decisão, dias depois ou até mesmo segundos depois, me arrependo, me pego parado olhando para a tremenda besteira que acabei de fazer.
Não consigo pensar em uma vida de dois com um só, onde um só se faz presente por dois.
Choro por aquilo que sinto falta de viver, de sentir e de ter.
Sinto calafrios ao pensar que a hipótese de ter tudo aquilo novamente por perto esta chegando, porém, meu foco realista humanitário, se presenceia pedindo calma, me tirando da nuvem e plantando meus pés no chão.
Sei que corro risco de me machucar novamente, sei que corro o risco de perder tudo aquilo que já tive e amanhão não terei mais.
Deixa eu tentar eu ser feliz, deixa eu me entregar a você ! Mas espere um momento !
Se eu eu sei que isto terá um fim, porque quero tanto viver ?
Deve ser pela vontade de saborear todo este sentimento e querer viver todo este ciclo de novo.
Vai entender, são coisas de librianos ...
Autor : Cristian Schroder
Autor : Cristian Schroder
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