segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mololo


Me apaixonei pelo seu olhar de um ser romântico desnorteado de si . Sua mão, aqueceu a minha no momento que menos precisava, tornando aquele momento, mais valioso que eu poderia imaginar. Lembro do seu sorriso, se abrindo para o vento do nosso amanhecer à dois . Lembro do sua cabeça deitada em meu peito e eu acariciando seus cabelos enquanto você conversava com meu coração .
O céu começa a chover e a gente a sorrir. Seu brilho no olhar, abriu as portas da minha esperança de um dia poder novamente amar.
Esse teu riso tímido, me fez rever as flores que o inverno levou e com isso, seus aromas instigantes de amor me transportaram para nosso paralelo universo.
Em vários tons, o seus azuis me mostraram o brilho que sua morada possui, o querer que teu coração carrega ...
Irônico seria se não me entregasse ao seu jeans desbotado e sua camisa preta, naquela noite de um mês Abril qualquer.
Estranho seria se seus beijos não me instigassem à saudade, à falta ,e talvez, à tudo aquilo que estamos a construir.
Na dúvida, a certeza de que possuo você, é o que mantém vivo o açúcar desse sonho confeitado e feito sob medida para dois.
Na preguiça matinal, é o teu risonho olhar que motiva a perder ali, mais alguns vários minutos colado ao seu rosto .
E é assim, com um riso inestimável no rosto, te pergunto o tamanho do seu amor por mim, e você com um sorriso singelo de quem está a amar me responde, “ no dia que souber o tamanho do infinito eu te respondo ”.

Autor : Cristian Schröder

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Congratulações

Tudo é questão de respeitar o extinto que o peito pulsou e tratou de ensinar ao nosso cérebro a possuir, mesmo enquanto dormíamos na aula de racionalizar a paixão que surge sem querer.
Tranquei as portas, fechei algumas janelas, mas pela pia, surgia como imagem o rosto que atordoa meus dias de sol que ainda possuo.
Não satisfeito, evaporou para o céu, tornando seu rosto a marca do horizonte que hoje olho para escrever essas palavras que saem sem pensar, sem imaginar.
Por mais sensato que possa transparecer, a inquietude translada pelo corpo como um vírus que mede forças de um peito que pulsa com um cérebro que pausa. Agora, o que fazer ?
Faço o de sempre, peco pelo leviano e pago por não poder. O floral que tomo por dias, que semanas após poderão te fazer assim, pertencente por todos os dias meus que tenho, melhor se sim ao lado meu.
Deitado, margeado em meu travesseiro raso, me transporto para perto de tudo aquilo que faz concretizar o acreditar que um dia de fato pode se tornar pluralístico aos olhos e mãos que atam o futuro.
Parabéns !
 
Autor : Cristian Schroder

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Relógios

Eu posso seguir as tuas sílabas, que pouco a pouco formam as palavras as quais da tua boca pronunciarão, ao de perto, visitar esse profundo oceano de cores azul e verde a qual habitamos.

Num aconchego mútuo, no fim da procura eterna, as luzes se acendem e seu olhar se direciona ao meu rosto acanhado de vergonha que se mistura com seu perfume místico regado a mistérios desvendados.

Não podemos competir com o tempo, muito menos impedir que ele nos reúna cada vez mais rápido. Nesse vira tempo imaginário, as coisas se formam e concretizam em pouco espaço de ponteiros, que próximo a nós tudo completa e pontualmente apresenta-se ao peito.

Sem sentido algum, os trechos se fixam na memória daquilo que se vive, daquilo que sente. Juntos, completam uma harmonia sintetizada e completa de batuque e carinho.

Seja por seu peito ou pelo que sentimos, peço que siga e entre na forma eterna daquilo que se deseja, de tudo que se quer, de todo o amor que nos ronda, até nosso dia chegar, aqui cairmos sem precisar levantar e partir .



Autor : Cristian Schroder